Eu prometo, nunca mais
matar angústias
com balas de festim, ou de hortelã...
mas me prometas,
não querer desvendar loucuras, dentro de mim...
Resolvi transformar o binômio
eu e voce,
em eu ou voce,
num dueto simplista.
Voce no passado;
E eu, agora e depois,
Depois de nós dois.
E as angústias que nos causamos,
Eu prometo n/ao matar com balas de festim...
Só de hortelã...
Nos cansamos,
eu de voce, voce de mim... nos matamos.
Matamos qualquer possibilidade,
De vivermos loucuras gostosas...
Matamos nossos momentos,
Nossos mágicos instantes,
Com balas de solidão,
À dois.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
sábado, 20 de setembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
A minha solidão é muito antiga,
Muito bonita.
É seca nos olhos,
Molhada e salgada no coração.
É plena.
Me espanta e me faz ter pena;
Tantas vezes de mim,
que perdi a conta, não sei mais fazer contas...
tantas vezes dos outros, que quase perco a paciência.
Preciso aprender de novo a perder a paciência.
Me rebelar.
Mas a minha solidão é tão sábia,
quanto as frases lindas e soltas dos poetas dos botecos.
É linda.
É lua,
É sol,
É chuva.
É uma caixa poderosa que guarda tudo que joguei fora.
É como a larva que tem asas e voa,
antes de ser borboleta.
E esconde a felicidade e a tristeza,
do amor que vou sentir e deixar um dia.
Muito bonita.
É seca nos olhos,
Molhada e salgada no coração.
É plena.
Me espanta e me faz ter pena;
Tantas vezes de mim,
que perdi a conta, não sei mais fazer contas...
tantas vezes dos outros, que quase perco a paciência.
Preciso aprender de novo a perder a paciência.
Me rebelar.
Mas a minha solidão é tão sábia,
quanto as frases lindas e soltas dos poetas dos botecos.
É linda.
É lua,
É sol,
É chuva.
É uma caixa poderosa que guarda tudo que joguei fora.
É como a larva que tem asas e voa,
antes de ser borboleta.
E esconde a felicidade e a tristeza,
do amor que vou sentir e deixar um dia.
Toc, toc, toc... o som do salto da minha bota,
na noite estrelada e fria de um mês de julho.
Andando na frente de um quase anjo que diz:
queria ouvir este som atrás de mim.
Eu digo, então, com minha voz grave: é simples, caminhe na minha frente.
Então a lagarta me empresta sua língua,
a serpente me empresta sua ginga.
Momento molhado,
umidade da noite,
da lingua.
Fluídos.
E a esse inesperado amor eu faço,
um brinde molhado.
Não com champagne,
Com lágrimas de saudades,
do instante,
inesquecível,
indescritível,
irreversível.
Gostas de amor, que não vou sentir mais,
porque um dia, o quase anjo,
caminhou na minha frente,
em silêncio,
sem nada perguntar.
na noite estrelada e fria de um mês de julho.
Andando na frente de um quase anjo que diz:
queria ouvir este som atrás de mim.
Eu digo, então, com minha voz grave: é simples, caminhe na minha frente.
Então a lagarta me empresta sua língua,
a serpente me empresta sua ginga.
Momento molhado,
umidade da noite,
da lingua.
Fluídos.
E a esse inesperado amor eu faço,
um brinde molhado.
Não com champagne,
Com lágrimas de saudades,
do instante,
inesquecível,
indescritível,
irreversível.
Gostas de amor, que não vou sentir mais,
porque um dia, o quase anjo,
caminhou na minha frente,
em silêncio,
sem nada perguntar.
Fui espiar o mundo.
Caí na real.
Esfolei e arranhei ilusões, saí do ato de contemplação interior
E caí de cara.
Essa minha lucidez... vai me pirar.
Me preparava melhorando a alma,
Mas estou só e tudo é alucinante.
Estou com saudade de uma lambida.
Por favor,
me lambe a alma.
Estou cheia do amor sublime,
Me arrasta e me faz explodir em estrelas de gozo,
me faz dançar no compasso,
dos teus espasmos.
Me olha nos olhos e diz que me quer.
Chegou a minha hora do corpo;
A alma vai muito bem, obrigada.
Me junta, lambe os esfolados.
Delicadamente, passa os dedos nos arranhões,
E vamos correndo prá qualquer lugar,
Um lugar onde a solidão não exista.
Caí na real.
Esfolei e arranhei ilusões, saí do ato de contemplação interior
E caí de cara.
Essa minha lucidez... vai me pirar.
Me preparava melhorando a alma,
Mas estou só e tudo é alucinante.
Estou com saudade de uma lambida.
Por favor,
me lambe a alma.
Estou cheia do amor sublime,
Me arrasta e me faz explodir em estrelas de gozo,
me faz dançar no compasso,
dos teus espasmos.
Me olha nos olhos e diz que me quer.
Chegou a minha hora do corpo;
A alma vai muito bem, obrigada.
Me junta, lambe os esfolados.
Delicadamente, passa os dedos nos arranhões,
E vamos correndo prá qualquer lugar,
Um lugar onde a solidão não exista.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Abriu-se
Amar é arte,
armar é arte,
usar as mãos para acarinhar é arte,
usá-las para escrever,
pintar,
cortar madeira,
cortar latas, papel,
fotografar,
fazer um papel,
escrever,
pensar é arte.
Não querer pensar, às vezes, é arte.
Porque a arte da sabedoria é arte.
Vamos falar de qualquer coisa,
calar diante de tudo, nunca,
só às vezes,
somente quando estivermos à fim de pensar sós,
Quando for prá pensar em sóis,
pensemos e conversemos e esgotemos
nossos diálogos, discursos, bate-papos,
bate-bocas.
Esta página, é um pano em branco, uma tela em branco, um quadro em branco,
prá qualquer pesssoa bacana pintar, colorir de palavras,
de tintas,
de gestos,
de silêncios.
Amor incondicional...
Até todos os dias
armar é arte,
usar as mãos para acarinhar é arte,
usá-las para escrever,
pintar,
cortar madeira,
cortar latas, papel,
fotografar,
fazer um papel,
escrever,
pensar é arte.
Não querer pensar, às vezes, é arte.
Porque a arte da sabedoria é arte.
Vamos falar de qualquer coisa,
calar diante de tudo, nunca,
só às vezes,
somente quando estivermos à fim de pensar sós,
Quando for prá pensar em sóis,
pensemos e conversemos e esgotemos
nossos diálogos, discursos, bate-papos,
bate-bocas.
Esta página, é um pano em branco, uma tela em branco, um quadro em branco,
prá qualquer pesssoa bacana pintar, colorir de palavras,
de tintas,
de gestos,
de silêncios.
Amor incondicional...
Até todos os dias
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