Eu prometo, nunca mais
matar angústias
com balas de festim, ou de hortelã...
mas me prometas,
não querer desvendar loucuras, dentro de mim...
Resolvi transformar o binômio
eu e voce,
em eu ou voce,
num dueto simplista.
Voce no passado;
E eu, agora e depois,
Depois de nós dois.
E as angústias que nos causamos,
Eu prometo n/ao matar com balas de festim...
Só de hortelã...
Nos cansamos,
eu de voce, voce de mim... nos matamos.
Matamos qualquer possibilidade,
De vivermos loucuras gostosas...
Matamos nossos momentos,
Nossos mágicos instantes,
Com balas de solidão,
À dois.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
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