sábado, 5 de março de 2011
terça-feira, 8 de setembro de 2009
इह्ह्छ...
Ei meus anjinhos da guarda... eu sei que voces estão por ai, fumando Carlton e tomando Bohemia em algum destes butecos da vida...
से होजे फोससे amanhã
Se hoje fosse amanhã, ah... eu amaria o sol,
eu ficaria doida prá tomar um banho de chuva,
e tambem ia querer fazer um montão de coisas bestas;
E coisas legais, tipo falar abobrinha tomando vinho tinto.
E se fosse noite eu ia sonhar com amores cafonas,
que tem uma música e um ramo de margaridas.
E se fosse manhã eu iria permitir ver,
e sentir, esses amores com música e ramo de margaridas
e café preto e ficaria o dia todo deitada com meu amor,
entupindo meus chácaras de nicotina e não seria saudável...
Se hoje fosse amanhã, ah... eu tiraria meus pés do chão.
Definitivamente.
eu ficaria doida prá tomar um banho de chuva,
e tambem ia querer fazer um montão de coisas bestas;
E coisas legais, tipo falar abobrinha tomando vinho tinto.
E se fosse noite eu ia sonhar com amores cafonas,
que tem uma música e um ramo de margaridas.
E se fosse manhã eu iria permitir ver,
e sentir, esses amores com música e ramo de margaridas
e café preto e ficaria o dia todo deitada com meu amor,
entupindo meus chácaras de nicotina e não seria saudável...
Se hoje fosse amanhã, ah... eu tiraria meus pés do chão.
Definitivamente.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Eu prometo, nunca mais
matar angústias
com balas de festim, ou de hortelã...
mas me prometas,
não querer desvendar loucuras, dentro de mim...
Resolvi transformar o binômio
eu e voce,
em eu ou voce,
num dueto simplista.
Voce no passado;
E eu, agora e depois,
Depois de nós dois.
E as angústias que nos causamos,
Eu prometo n/ao matar com balas de festim...
Só de hortelã...
Nos cansamos,
eu de voce, voce de mim... nos matamos.
Matamos qualquer possibilidade,
De vivermos loucuras gostosas...
Matamos nossos momentos,
Nossos mágicos instantes,
Com balas de solidão,
À dois.
matar angústias
com balas de festim, ou de hortelã...
mas me prometas,
não querer desvendar loucuras, dentro de mim...
Resolvi transformar o binômio
eu e voce,
em eu ou voce,
num dueto simplista.
Voce no passado;
E eu, agora e depois,
Depois de nós dois.
E as angústias que nos causamos,
Eu prometo n/ao matar com balas de festim...
Só de hortelã...
Nos cansamos,
eu de voce, voce de mim... nos matamos.
Matamos qualquer possibilidade,
De vivermos loucuras gostosas...
Matamos nossos momentos,
Nossos mágicos instantes,
Com balas de solidão,
À dois.
sábado, 20 de setembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
A minha solidão é muito antiga,
Muito bonita.
É seca nos olhos,
Molhada e salgada no coração.
É plena.
Me espanta e me faz ter pena;
Tantas vezes de mim,
que perdi a conta, não sei mais fazer contas...
tantas vezes dos outros, que quase perco a paciência.
Preciso aprender de novo a perder a paciência.
Me rebelar.
Mas a minha solidão é tão sábia,
quanto as frases lindas e soltas dos poetas dos botecos.
É linda.
É lua,
É sol,
É chuva.
É uma caixa poderosa que guarda tudo que joguei fora.
É como a larva que tem asas e voa,
antes de ser borboleta.
E esconde a felicidade e a tristeza,
do amor que vou sentir e deixar um dia.
Muito bonita.
É seca nos olhos,
Molhada e salgada no coração.
É plena.
Me espanta e me faz ter pena;
Tantas vezes de mim,
que perdi a conta, não sei mais fazer contas...
tantas vezes dos outros, que quase perco a paciência.
Preciso aprender de novo a perder a paciência.
Me rebelar.
Mas a minha solidão é tão sábia,
quanto as frases lindas e soltas dos poetas dos botecos.
É linda.
É lua,
É sol,
É chuva.
É uma caixa poderosa que guarda tudo que joguei fora.
É como a larva que tem asas e voa,
antes de ser borboleta.
E esconde a felicidade e a tristeza,
do amor que vou sentir e deixar um dia.
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